terça-feira, 8 de maio de 2012

Começa a ficar tarde e já só ouço o barulho das teclas a baterem no meu computador. Está tudo silencioso e sombrio, o que me deixa pensativa. A porta está fechada e o frio do quarto apodera-se de mim, subindo-me pelos pés e deixando a minha pele totalmente arrepiada.
Sinto o desejo de te ter aqui ao pé de mim, a aquecer-me e a acariciar-me na minha cama.
No meu coração estás sempre comigo mas nos meus olhos não. Vejo-te a ti e depois vejo-me a mim; duas pessoas. Dentro de mim vejo-nos numa só. Idealizo-nos num amor tão, tão perfeito quase digno de um filme ou de um livro. Como se fôssemos uma espécie rara e desconhecida e que só nos entendêssemos um ao outro.
Quando chegará o dia em que em vez de caminharmos longe um do outro, tu levas-me contigo na tua mão? Sonho com esse momento e, certamente, irei sonhar agora. Boa noite e sonhem com quem amam.

segunda-feira, 7 de maio de 2012




















Eu devia estar a estudar, tenho um teste de matemática amanhã. Mas, só mesmo para me chatear, há uma coisa que não me sai da cabeça e não é muito difícil de adivinhar o que é. Sim, és tu. Tu que moras todos os dias no meu coração e que sobes ao meu pensamento vezes e vezes sem conta.
Porque é que não me deixas estudar? Porque é que não me deixas concentrar noutra coisa sem ser nos teus lindos olhos? Pergunto-me porque é que me fazes isto...
Hoje não te vi na escola mas amanhã é dia de te ver. Eu estou tão obcecada por ti que já decorei os dias em que te vejo e os que não. Dou-te um beijo e cumprimento-te com um simples e banal "Olá, tudo bem?" e para ti deve ser o suficiente. Para mim, nem chega ao aceitável.
O que o meu coração implora que um dia faças é que me agarres como se eu fosse a única coisa que tivesses; que me beijes como se eu fosse o sabor mais desconhecido de todo o mundo; e que me abraces como se o mundo acabasse no momento em que eu te deixo e caminho para casa. Não é isso que fazes, mas é o que sinto.
Mas o que dói, o que dói mesmo é ter de te observar ir, andando pelas pedras molhadas e escorregadias, deixar-te ir e esperar que um dia me encontres.



Tenho saudades tuas. Tenho saudades de te ver. Tenho saudades dos dias que passávamos juntas a correr por toda a terra, mesmo que chovesse a potes. Tenho saudades das tuas lambidelas. Tenho saudades de te fazer festinhas nesse teu pelo macio e bonito. 
Imi, és a minha cadela preferida e se conseguisses só imaginar as imensas vezes em que penso em ti, acho que te sentirias menos sozinha. Mal posso esperar pelo dia em que te irei visitar... Sim, porque agora vemo-nos muito raramente. Espero que gostes de mim como eu gosto de ti, porque para mim és muito especial. Eu adoro-te Imi e tenho muitas saudades tuas. 

domingo, 6 de maio de 2012

É o dia de todas as mães, o dia daquela pessoa que fez com que estivesses cá hoje. Mãe é quem te viu crescer, dar o primeiro passo, dizer a primeira palavra, ver cair o primeiro dentinho... Não há amor como o amor de mãe, falo por toda a gente como eu que adora e admira quem faz tudo por nós.
Eu adoro a minha mãe! É amiga, muito trabalhadora, conselheira e, muitas vezes, chata. Não, estou a brincar, faz parte do papel dela, não é? É ela que tem a difícil tarefa de me educar e de fazer com que, a cada dia que passa, seja uma pessoa melhor. 
Um feliz dia a todas as mães. 
Mãe, nunca te esqueças de que, mesmo por às vezes ser parva a falar contigo... Eu adoro-te, adoro-te mesmo muito. Tem um dia feliz!

sábado, 5 de maio de 2012


Há aqueles dias em que me sinto triste, ou mesmo que não esteja triste, pensativa. Ponho-me a pensar, quero dizer, a imaginar como seria estar debaixo do braço dele; estar deitada em cima dele; estar de mãos dadas com ele... Eu sei lá, toda a gente pensa nestas coisas, certo? Toda a gente se imagina com quem que ama, com aquele que deseja beijar e abraçar em todos os momentos. Nem sei se quero contar-lhe que gosto dele... Afinal é a única maneira de ficar tudo claro e limpo, não é? Só não sei como, não sei mesmo. Comentem e ajudem-me a pensar numa maneira de lhe contar ou de, pelo contrário, seguir com a minha vida.