quarta-feira, 3 de outubro de 2012


Andei super nervosa e ansiosa para que este momento chegasse. Não sabia o que me esperava nem fazia a menor ideia do que estaria para vir. Mas aqui vai...
Quando cheguei ainda tu lá não estavas e eu dizia as primeiras palavras tentando formar conversas entre mim e aqueles que me eram ainda desconhecidos. Ansiava por te ver e por te poder tocar e, tarde, acabaste por chegar. Subiste a escadaria com aquele teu ar simpático característico e deslumbraste-me com dois suaves beijos nas bochechas. Ao virar a cara, tocámos com os narizes um no outro e eu ri-me, fascinada com a tua simplicidade. Quando eu menos esperava, percebi que havia um certo clima entre ti e a C (rapariga nova que tinha entrado para a nossa turma). Estavam, constantemente, a proferir palavras um para o outro que me magoavam à maneira que iam chegando até mim. Falavam como se já se conhecessem há imenso tempo, mas não, nada disso. Contive-me e consegui não chorar, embora vontade não me faltasse. Não ia chorar ali, à frente de todos! Optei por fazê-lo no caminho para casa, quando um resumo daquilo que tinha acabado de acontecer me corria pela cabeça. Ah, já me esquecia! Ele ainda tem namorada, sim. Tudo isto num só dia, dói; até num mês isto havia de doer. E a verdade é essa, dói mesmo. Será que ainda gosto dele? Não, eu não posso. 

O que me apetecia agora era um passeio pelo campo como há tempos não faço, saberia-me tão bem e livrar-me-ia de todas as coisas más que gravei hoje dentro de mim. Como não o posso fazer, contento-me com a minha pequena varanda e fico a contemplar o céu e a Lua que não vejo, mas sinto.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Olá seguidores(as)! Já cá não vinha havia uma eternidade! 
Senti vontade de regressar e de vos expor aquilo que ando a sentir. A partir de hoje, espero começar a escrever aqui, neste meu cantinho, de novo. Esta mensagem serve só e simplesmente para anunciar o meu regresso... 
Espero que estejam felizes, porque eu estou muito! Um beijinho grande, Inês.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vencedora do Desafio 1

Olá, boa noite! Após ler todos os textos que me enviaram, consegui eleger a vencedora. É a Marta* do blog http://i-am-dreaming-again.blogspot.pt, muitos parabéns!!
Gostei especialmente desta participação, porque nota-se que todas as palavras são sinceras e que te conseguiste expor totalmente para mim e para este desafio, desvendando obviamente o teu maior medo. Obrigada, Marta, e um enorme obrigada aos restantes participantes que foram muito bons também! Aqui está o teu selo de vitória:


Ora bem, deixo-vos aqui o seu texto que me cativou especialmente:

Desafio - «O meu maior medo»

Inês desafiou os seguidores do blog dela a fazer um texto com o tema «o meu maior medo» e como andava a algum tempo a tentar escrever qualquer coisa nova decidi participar, visto que não tenho tido grandes ideias e a minha paciência também não tem sido muita. Li o tema e agradou-me de imediato, pensei "bom, tenho tantos medos, basta escrever sobre qualquer um deles", mas ao começar a escrever apercebi-me de que afinal nao tenho realmente nenhum medo. Isto dizendo da boca para fora, porque toda eu sou feita de medos, mas é como se quando fosse para os transcrever por palavras, eles tivessem medo de si próprios, medo de se expor ! O único medo de que consigo falar neste momento é o medo de perder a pessoa mais importante da minha vida e aquilo que mais me assombra é o facto de essa perda se dever a uma má escolha. Daqui a pouco tempo vou ter de escolher o que quero para o meu futuro e tenho pela frente a felicidade ou o sucesso, mas ambos em caminhos diferentes e tenho medo de não saber escolher. A felicidade é o caminho que me leva a continuar com a pessoa que mais amo neste mundo, e o sucesso, ocupa o caminho que me levará a fazer aquilo de que realmente gosto para o resto da minha vida. Tenho medo de ir pelo caminho mais fácil e errar, e este é o tipo de erro que não pode ser revertido. Estou farta da minha vida com o rumo que leva mas este é o rumo que me mantém perto das pessoas que amo, que me mantem perto dele mais propriamente. Mas talvez seja bom mudar, tenho impressão de que isto, de que o "nós", nunca vai dar em nada e o meu futuro não pode ser desperdiçado por uma "paixão de adolescência". Sempre tive os pés muito acentes na terra mas neste momento a minha cabeça flutua e não sei se algum dia a vou voltar a econtrar. Tenho medo de o perder, tenho medo de perder o meu futuro, tenho medo de fazer a escolha errada, mas acima de tudo, tenho medo de me arrepender, porque por tudo o que se possa passar na vida, o arrependimento é aquilo que mais destrói aquilo que somos. Eu vejo sempre o arrependimento como a fita-cola, conserta e torna os estragos menores, mas nunca deixa as coisas perfeitas. Se sair á rua e responder que o meu maior medo é tomar uma decisão, provavelmente iria ser vítima de um julgamento social, já comum nos dias de hoje. Sempre fui uma pessoa com muitos medos e receios e isso é também a causa de escrever neste blog com o heterónimo "Marta", acho que prefiro deixar as coisas no anonimato de uma personagem do que enfrentar críticas. Não era suposto eu desvendar o facto de usar um heterónimo para escrever, mas acho que tudo assim se torna mais fácil,  exponho a minha personalidade escrevendo como se fosse outra pessoa e desta forma não serei vítima de críticas ou julgamentos e assim, consigo ultrapassar alguns dos meu medos também. Sempre tive dificuldade em me habituar a sítios novos, a pessoas novas ou a rítmos de vida novos e tendo um heterónimo posso moldar a minha personalidade e ultrapassar o medo de me expor, posso fazer da minha vida aquilo que quiser, basta escrever. Bem, o texto já vai longo e já revelei mais de um medo, já revelei até mais do que devia, mas isso deixa-me feliz, acho que começo finalmente a ultrapassar o medo de mostrar quem sou, o medo de me expor (que acabei de perceber que é o meu maior medo).

P.s.: Faço mais desafios?

segunda-feira, 2 de julho de 2012

É chato quando sou a única a preocupar-me, a única a dar valor ao que fazemos. Com uma atuação tão próxima de algo que nunca fizemos em palco, como é possível estarem todas tão calmas, tão relaxadas, tão despreocupadas? No momento em que era suposto treinarmos e ensaiarmos até a última gota de suor escorregar pelo rosto até ao barulhento chão de madeira, ali estávamos nós; umas sentadas, outras de pé, a conversar e a soltar elevadas gargalhadas. Não entendo, nunca vou entender.E eu, eu praticava e praticava com quem tinha dúvidas e precisava de auxílio e depois treinava eu, tudo aquilo em que me sentia mais insegura a fazer. E agora choro, porque não quero pensar que estivemos tanto tempo a trabalhar e a preparar tudo para que, no fim, saia uma merda. Mas será que sou a única? Será que sou só eu a preocupar-me? Eu tenho um amor àquilo que faço que não sei se conseguem compreender ou interiorizar as palavras que digo. Por isso escrevo, escrevo e choro agora. Só quero que todo este suor valha a pena e que a minha dedicação seja notada. Mas, oh, ninguém parece preocupar-se com isso.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Os espetáculos aproximam-se

Já estão todos a dormir, na verdade, profundamente. Eu estou a cantar as músicas na minha cabeça e a fazer os passos com os pés no tapete. Agora tudo me passa pela cabeça, todas as perguntas. Fico nervosa, sim, é estranho porque já ando nisto dos espetáculos há imenso tempo, mas pronto, isto está comigo. Fico super amedrontada e nervosa, mas, acima de tudo, muito entusiasmada. Sinto uma felicidade e um entusiasmo que eu não tenho palavras suficientes para explicar. A dança para mim é das melhores coisas da vida e poder partilhá-la convosco ao atuar num palco, é maravilhoso!


segunda-feira, 25 de junho de 2012

Desafio 1

Bom dia! Espero que estejam bem-dispostos, porque hoje vai ter início o desafio do blog. O tema deste primeiro desafio é: "O meu maior medo". Peço-vos que escrevam um texto (grande ou pequeno) sobre aquele que é o vosso maior medo. Daqui a 15 dias será anunciado o vencedor, ou seja, dia 10 de julho. Podem participar até dia nove para eu poder ler todas as vossas participações (espero eu que sejam muitas).
Para participar, basta escreverem o texto e publicarem no vosso blog. Depois, vêm a este meu post e copiam e colam o link do vosso texto aqui, por meio de um comentário. Espero que gostem, boa sorte!

domingo, 24 de junho de 2012

Desafios?

Olá a todos! Tenho andado a pensar e talvez comece a realizar desafios aqui no meu blog, ou seja, digo um tema e quem quiser participa escrevendo um texto sobre o mesmo, depois elijo o vencedor. O que acham da ideia? Tenho participantes para poder avançar com isto? Deixem-me a vossa opinião, agradeço. Beijinhos.



P.S.: Obrigada a todos os seguidores, já somos 105! Obrigada!

sábado, 23 de junho de 2012

Não tenho escrito textos extensos, mas sim poucas palavras que descrevem a dor que sinto. É assim que me sinto, com um sentimento já pequeno em relação a ti. Isto é bom, estou a conseguir esquecer-te e já sorrio sem sequer pensar em ti. Estou no bom caminho, já não penso em ti como pensava. Começo o dia sem pensar em ti e na tua namorada e termino-o sem pensar que és feliz com ela e não comigo. Ainda penso em ti, sim, mas nada comparado com anteriormente. Estou a aguentar-me, agora sim, sei que posso ser feliz sem ti a meu lado. Nunca te tive, nunca foste meu nem eu fui tua; mas, sinceramente, já não é isso que quero e sonho. Consigo esquecer-te, porque sou mais forte do que aquilo que me fazes sentir. Sou como uma pedra que bate e bate contra tudo e todos, mas que nunca cai, nunca quebra, nunca desiste. Sou feliz, mesmo sem ti, o que pensava não ser possível. É verão e eu quero divertir-me, afinal, é no verão que as coisas inesperadas acontecem, certo? Acredito que vou encontrar alguém que não me faça chorar e me faça sorrir, que esteja a meu lado quando quase cair e que me diga que sou forte e que nada me irá destruir. Acredito que um dia, vou amar e ser amada. Por agora, estou feliz, e não volto a ti por nada.

quinta-feira, 21 de junho de 2012


Habituamo-nos à dor e ao significado da palavra sofrer. A verdade é que a dor já acalmou e o choro já não se ouve tanto, já não é ensurdecedor. Dizer que está tudo bem já quase sai naturalmente. Estou habituada a viver com isso, sem ti e a desejar que cá estejas. Vou dormir e esquecer-me de tudo por umas horas.

quarta-feira, 20 de junho de 2012



Às vezes já nem sequer me consigo explicar, não tenho palavras, só um sentimento horrível. Aqui estou eu, de pernas à chinês em cima da cama à espera de uma notícia tua. Mas porquê, Inês? Porque é que és tão parva? Nunca te devias ter apaixonado por ele, foi um erro. Quero esquecer tudo, tudo o que te envolva. Lembro-me de escrever para ti quase convencida e preparada a afirmar que te amava, mas, agora, tudo se foi embora. Levaste tudo contigo, todas as minhas esperanças e sonhos. Deixaste-me sozinha só com a dor que cá deixaste.  Já não sei o que fazer, odeio gostar de ti. Gostava de saber explicar-me melhor, mas acho que não consigo, pelo menos por enquanto. Sim, são duas da manhã, mas sabem que mais? 
Vou dançar, já que é a única coisa que me anima.

terça-feira, 19 de junho de 2012


Não consigo aceitar que estejas numa relação, não consigo. Eu finjo que está tudo bem e que isto não me afeta minimamente,mas a verdade é que dói muito. E sabes o que dói ainda mais? Saber que penso em ti e que eu não te passo pela cabeça nem por um segundo que seja. Quero que te vás embora de mim, mas, não sei, parece que há algo que me impede e não me deixa fazê-lo. Ninguém fala comigo, ninguém me pergunta o que se passa. Estou a chorar por ti, oh, mais uma vez não.  Quero sair deste pesadelo, quero ser feliz com alguém como tu o és. Procuro todas as noites um sinal teu e deito-me na cama a pensar só em ti. Os meus sonhos simplesmente foram-se embora, levaste-os contigo e deixaste-me uma tristeza enorme. Dói ver que estás com alguém que não sou eu. Será possível? Eu quero esquecer-me de ti, sonho acordar de manhã e nem me lembrar do teu nome. É estranho, não é? A maior parte das pessoas nem sabe escrevê-lo, eu sei. Ah!, e mais, sei escrever para ti. 

Só não sei o que sentir. Apetece-me fugir, sozinha para bem longe.


segunda-feira, 18 de junho de 2012



Chegou a altura de deixar de pensar em ti, hoje tudo se irá embora da minha cabeça e, principalmente, do meu coração. Já estou farta de tentar que me vejas e ouças, agora vou simplesmente desaparecer. Vai-te embora de mim, fazes-me mal. Aqueles momentos que pensei serem maravilhosos contigo, para ti, de certeza que não significaram nada. Estou farta deste jogo que já vi não me fazer bem, demorei a perceber mas já não vou pensar mais em ti. Tens uma namorada nova? Nem me contaste nada, tive de o saber de outra forma. Eu não imaginava, nem queria acreditar mas tenho de viver com isso e aprender a olhar por outra direção que não seja a tua. Agora vou deixar os dias correrem e não vou deprimir, vou esperar que desapareças de mim e aguardar que apareça o meu príncipe, porque tu não o és de certeza. Afinal, também vou ser feliz com alguém, não é?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012


Não me faças sofrer mais, por favor, não me partas o coração. Quando eu penso que, finalmente, está tudo bem, o Mundo cai por completo à minha frente. Eu continuo a andar, sou forte, mas quando paro para falar disso choro. Cada dia que vejo que estás mal, torna-se escuro e chega a custar-me abrir os olhos nas pausas intermináveis de soluços enquanto me escorrem lágrimas pela cara. Oh, não estragues a tua vida. Sabes uma coisa? Estás a fazer parvoíces, a ficar maluca, a endoidecer. O que eu sei é que sábado faço anos e que tu vais comer, disso podes ter a certeza. Estou aqui para falares e desabafares, eu preocupo-me imenso contigo e tu não tens a mínima noção disso. Tens sido o meu pensamento ao longo de todos estes dias, uns mais que outros, mas basicamente estás lá sempre. Eu não estou contigo sempre, aliás, vejo-te uma vez por outra na escola, mas há dias em que nem seque te vejo. Hoje obriguei-te a comer, não vais continuar com isto, não sei onde queres chegar. Eu não sei se quando estás sem mim passas o dia sem comer, eu não sei e tu já não te controlas. Eu não te posso controlar sempre, quem me dera poder! Se continuares assim, vou ter de fazer alguma coisa. Eu estou aqui para ti e se a tua dúvida é se estás bonita; eu digo-te: tu és linda. Vou ter de avisar alguém que te seja extremamente próximo, desculpa-me. É o melhor a fazer, afinal, eu só te quero ver bem.



quarta-feira, 13 de junho de 2012



Estás a chorar? Oh, como és pequena vista daqui! Estou aqui, não me vês? Estou um pouco escondida hoje, sou a Lua. Também te estás a esconder, sabes bem o que isto é. Limpa já essas lágrimas, em que estás a pensar? Não vais deixar escorregar nem mais uma lágrima nesse teu bonito rosto, não vais. E, sim, é uma ordem. Fala comigo. És linda, sabes? Por dentro e por fora e é por seres quem és que eu gosto tanto de ti.
Amor ou amizade? São poucos os que nunca se questionaram com esta pergunta. Vais conseguir perceber-te, eu acredito em ti. À noite, vejo tantas meninas chorar... Umas tocam-me mais do que outras, tu foste a que mais me tocou esta noite. Eu entro pela janela, observo-te, ilumino-te. É isso que faço, vejo as pessoas durante toda a noite e estou sempre lá nos seus momentos menos bons. Todos deviam ser como eu, não é? Mas afinal não há ninguém igual a mim, igual à Lua. Estás perdida, não estás? Vim dizer-te que o Mundo não acaba quando pensamos que já não sabemos o que fazer, nem a quem pertencemos. Deixamos de saber como agir,  como pensar e, mais importante, o que sentir. Sentimos mas escondemos e chegamos a um ponto que até chegamos a escondermo-nos de nós próprios e deixamos de nos entender. És forte e eu sei que tudo vai correr bem; és uma princesa. Porque é que achas que as pessoas me veem tão bem? Olham para o céu e admiram-me durante tempos e tempos intermináveis. Realças o que há de bom em mim e eu, Lua, brilho e deixo um pouco de esperança  a todos os que me observam com carinho. Brilho para ti e nas noites em que choras, vai-se todo o brilho que há em mim.

Então, não foi bom teres falado comigo?



T.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Sabes? Pensei em ti, mais do que devia, como sempre. Enviei-te uma mensagem de parabéns em que te dizia umas palavras de carinho para ver se percebias que eu estou aqui, já que nunca percebes. Num instante ouvi o telefone tocar e entrei logo em sobressalto, como era de esperar. Eras tu, respondeste-me. "Muito obrigado", dizia a mensagem. Devias andar ocupado, mas... a sério? Só isso, mais nada?
 
Espero que te tenhas divertido muito e que tenhas recebido todos os presentes que desejavas. Como sabes, eu quero que sejas feliz e acho que o és. Eu até penso que já te estou a conseguir esquecer, afinal, o verão está a chegar e eu tenho mais coisas em que pensar do que tu e só tu. Sol, praia, amigas, biquínis, noites, nadadores salvadores, ondas e um calor abrasador. Só quero que me dês os parabéns como eu tos dei a ti e espero que dês o teu brilho especial ao meu dia. Próximo sábado, não te esqueces?

domingo, 10 de junho de 2012


O meu dia de aniversário

Não sei o que hei-de fazer, não sei mesmo. Faço anos dia 16 deste mês (sábado), sim, já está quase e não sei como organizar o meu dia. Como tal, vou precisar da vossa preciosa ajuda! 
De manhã, tenho treino de dança e depois estava a pensar num almoço de família cá por casa. 
À tarde, estava a pensar em convidar 10 amigas e estar com elas, o problema é que eu não sei o que fazer. Têm alguma ideia para a minha tarde? 
Para a noite, pensei num jantar só com as minhas três melhores amigas em minha casa e dormíamos todas cá. O que acham? Preciso de ideias para a tarde. Conto com a vossa ajuda...

sábado, 9 de junho de 2012















Sentir uma pessoa a aplaudir-me é fantástico, mas dezenas de pé é demais. Sentir aquele calor humano, absorver todo aquele carinho e ter o último arrepio de força. Inalo o cheiro daquelas pessoas e começo a respirar a música. É agora, é sentir e curtir à grande. Chegou a altura tão aguardada da noite, quase em sobressalto, entramos e colocamo-nos em posição. Já está tudo a postos, “DJ, dá-lhe” e abrem-se as cortinas. Resta-me mostrar o que valho e esperar que fiquem satisfeitos e aplaudam. Saio de dentro da pequena caixa onde me refugio diariamente e solto-me, sorrio e aproveito. Não sei quanto tempo mais vou continuar a dançar, ou melhor, ninguém o sabe. Pode acontecer qualquer coisa, a qualquer hora, em qualquer momento. Eu penso positivamente, encho-me de energio e penso “ Vais arrasar, Inês.” e acho que foi assim que aconteceu, foi um arraso. Terminei a transpirar até ao último cabelo, a beber uma garrafa de água em rápidos segundos e quase com uma lágrima nos olhos. A alegria é tanta que eu nem consigo explicar, sinto-me tão feliz. É, simplesmente, a melhor sensação do Mundo.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Oh, como eu me sinto feliz. Oh, como é boa a sensação. Senti aquela simples e pura sensação de felicidade, de alegria e de um desejo concretizado. Uma parte deste desafio de hoje já está cumprida, agora falta a outra e pode-se dizer que falta relativamente pouco tempo. Tive um espetáculo e correu bem, podia ter corrido melhor, mas pronto, é o que dá ser perfeccionista. Por volta das 21:00 horas tenho mais um e, a julgar pelo palco e público, penso que irá correr super bem. É assim que tenho de pensar, certo? Sempre positiva e sempre animada, pensar que tudo vai correr bem e que vai sair exatamente como eu quero. É a minha vida, a minha maior paixão. Dançar é uma forma de nos expressarmos melhor do que as palavras, melhor do que gestos, melhor do que tudo. Dançar é soltar o corpo e deixá-lo voar até onde ele quiser, é sorrir e dar tudo o que tivermos naquele momento. Dançar é esquecer tudo o que nos preocupa, ir até ao limite e divertir-se à grande. Dançar é deixar o coração falar sem sequer se ouvir uma única palavra. E pronto, só vim falar mais uma vez sobre o que é a dança para mim... Desejem-me boa sorte e fiquem a torcer por mim, conto convosco! 


Sou feliz, sou feliz a dançar.


quarta-feira, 6 de junho de 2012


Soube há pouco tempo que estavas triste e que não me contavas, soube também que choravas longe e refugiada daquele que é o nosso Mundo. Porque é que não desabafavas comigo? Eu pensava que sabias que eu te adoro, que és a minha princesa, aquela que me ouve a toda a hora e que não se dá ao luxo de fazer a mínima crítica. Ouves-me, tranquilizas-me e sabes dizer-me aquelas palavras de conforto que eu tanto gosto e admiro. Eu quero fazer o mesmo contigo, quero que me deixes limpar-te as lágrimas sempre que te transportares para sentimentos menos bons. Psst... Não estás sozinha. E enquanto eu permanecer viva nunca vais estar, prometo. Ter-te na minha vida é algo de extraordinário, saber que estás sempre aqui a meu lado é de fazer inveja a qualquer um. Eu conheço-te, conheço-te bem, conheço-te melhor do que tu julgas. Percebo quando estás feliz e quando estás triste. Eu quero que desabafes comigo e que me contes todos os teus problemas ou as mínimas preocupações inimagináveis que te possam passar pela cabeça. O teu coração anda esquisito, não é? Oh, também o meu... Sei que não sabes o que sentes e eu também não o sei. Sempre que precisares, lembra-te que eu estou aqui. Sempre que quiseres chorar ou contar-me alguma coisa que te preocupe, qualquer coisa, eu vou estar aqui como tenho estado sempre (mesmo que não me tenhas visto). E, a partir de agora, espero que saibas que não estás sozinha e que se precisares de deixar caír umas lágrimas, eu estou aqui para chorar contigo. T